Sua conta de luz veio absurda?
Antes de pagar, parcelar ou brigar sozinho com a distribuidora, descubra se o problema é técnico. Um engenheiro analisa o seu histórico, o medidor e a forma como a cobrança foi calculada, e transforma isso em prova.
Situações em que a perícia faz diferença
A distribuidora tem o laudo dela. Você precisa do seu.
O T.O.I. costuma virar uma cobrança de milhares de reais por consumo que, segundo a empresa, não foi registrado. Essa conta se apoia num laudo feito por quem tem interesse no resultado. A perícia confere se o procedimento seguiu as regras da ANEEL, se o medidor foi aferido corretamente e se o cálculo da recuperação de consumo faz sentido para a sua realidade.
A conta tem uma história. A perícia lê cada linha dela.
Histórico de consumo
Doze meses ou mais, comparados com o que existe e funciona no imóvel.
Medidor e aferição
Se o equipamento mede certo e se o laudo de aferição seguiu o procedimento correto.
Instalação interna
Fuga de corrente, ligações irregulares de terceiros e defeitos que inflam o consumo.
Cálculo da cobrança
Critério da média, período retroativo, multa e se a conta fecha com a regra aplicável.
Procedimento da distribuidora
Se a inspeção, o T.O.I. e a notificação respeitaram as normas da ANEEL.
Parecer para o processo
Tudo isso organizado num documento técnico que o juiz consegue entender.
Conte o caso em um minuto
Responda o que souber. A mensagem vai pronta para o WhatsApp do Luiz e você completa com as fotos.
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Luiz Oliveira, engenheiro mecânico e perito judicial
Quase 40 anos em indústrias de processo, onde energia é medida, auditada e cobrada todos os dias. Conduziu a engenharia de 27 plantas industriais e já auditou complexos inteiros para um consórcio de bancos. É perito cadastrado no Tribunal de Justiça de São Paulo, no Tribunal Regional Federal da 3ª Região e no Tribunal Regional do Trabalho, e atua em perícias de consumo de energia, água e gás.
Sobre conta de luz e T.O.I.
Vale a pena contestar uma conta alta?
Depende da diferença e da causa. A primeira conversa serve para isso: entender se há indício técnico de erro. Se não houver, você fica sabendo antes de gastar com processo.
Preciso de advogado?
Para entrar na Justiça, o caminho depende do valor e do tipo de ação. A análise técnica pode ser feita antes disso e mostra se o caso tem base. Se você já tem advogado, o Luiz trabalha junto com ele como assistente técnico.
Recebi um T.O.I. Devo pagar?
Não tome a decisão antes de entender como a cobrança foi calculada. O T.O.I. tem regras de procedimento e de cálculo, e a perícia verifica se elas foram cumpridas. A orientação jurídica sobre pagar, parcelar ou contestar é do seu advogado.
Precisa de visita ao imóvel?
Nem sempre. Muitos casos começam pela análise das contas e dos documentos. A vistoria entra quando é preciso examinar a instalação ou o medidor.
Quanto custa?
Depende do caso. Você recebe uma proposta com escopo, prazo e valor fechados antes de qualquer trabalho.
Não pague no escuro. Descubra se a conta está certa.
Mande uma foto da conta e conte o que aconteceu. Eu respondo pessoalmente.